Porto de Leixões Matosinhos

Prolongamento do quebra-mar é «fundamental» para a «competitividade» do Porto de Leixões

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Em matéria noticiosa elaborada pela agência Lusa, fonte oficial do Ministério das Infra-estruturas e da Habitação frisou que o projecto referente ao prolongamento do quebra-mar do Porto de Leixões é «fundamental» para o fomento da competitividade da infra-estrutura portuária.

Competitividade e segurança: prolongamento é «fundamental», diz tutela

«Esta obra é fundamental para garantir a competitividade do porto de Leixões, melhorar as condições de segurança e a navegabilidade no acesso ao porto de Leixões e na zona de manobra dos navios», declarou fonte oficial da tutela à Lusa, na sequência da revelação da adjudicação da obra para o último trimestre do presente ano. A obra é defendida pela comunidade portuária de Leixões e tida como o garante do contínuo progresso do porto.

De acordo com o Ministério das Infra-estruturas e Habitação, liderado por Pedro Nuno Santos, bloquear a adjudicação faria «perigar o acesso aos fundos comunitários, incapacitando aquele porto de se tornar mais competitivo». A tutela referiu ainda à Lusa que o Porto de Leixões correrá o risco, sem a materialização deste projecto, de não poder «responder ao aumento da dimensão média dos navios que o demandam, com as consequências daí advenientes para a cidade de Matosinhos e para toda a Região Norte» – uma ideia também partilhada pela comunidade portuária.

Comunidade portuária sempre defendeu projecto; Rui Moreira é contra

De acordo com o presidente da comunidade portuária de Leixões, Jaime Vieira dos Santos, o projecto trata-se de«uma real necessidade» para a infra-estrutura portuária nortenha «agarrar o futuro». O especialista na área marítimo-portuária tem vindo a reiterar a importância do prolongamento do quebra-mar, vital no processo de adaptação do porto às exigências competitivas do futuro. Vieira dos Santos tem defendido que a não execução do prolongamento terá consequências «gravíssimas» para Leixões – uma visão que não é partilhada por Rui Moreira, presidente da Câmara do Porto.

Ainda em Março passado, o autarca defendeu não ser necessário o prolongamento do quebra-mar: para Rui Moreira, a extensão «não se justifica». «Na minha óptica, e experiência profissional, não se justifica um molhe com mais de 200 metros para os navios que desejavelmente hão de entrar em Leixões, esta continua a ser a minha convicção», vincou o autarca, citado pela Lusa, no arranque do passado mês de Março.

Com Lusa

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