PSOEM assume «prioridade» da aposta nas energias renováveis oceânicas, diz Ministra do Mar

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O PSOEM foi apresentado e colocado em consulta pública na passada Quarta-feira, tendo-se realizado, para o efeito, uma sessão de apresentação nas instalações do Ministério do Mar, já aqui reportada pela Revista Cargo. Na ressaca, da sessão, a Ministra do Mar falou à imprensa sobre os traços gerais desta nova versão do PSOEM.

Plano traduz prioridade da aposta nas energias renováveis oceânicas

«É como se estivéssemos a fazer um grande PDM a nível do nosso mar, definindo-se o que se pode fazer, onde se pode fazer e em que condições se pode fazer», começou por explicar Ana Paula Vitorino, dando enfoque à matriz sustentável que marca o plano: «Em relação à proposta anterior, assume-se claramente a nossa estratégia em termos de energias renováveis oceânicas e não a exploração de hidrocarbonetos – esta é a nossa prioridade», vincou.

Para a líder da pasta do Mar, esta versão do plano privilegia também «uma interacção entre todas as entidades e o estabelecimento de novas metodologias e abordagens, para fazer uma gestão partilhada e coordenada das várias entidades, públicas ou privadas, que actuam no espaço marítimo».

Mais que um guia jurídico e prático de ordenamento, o PSOEM, nestes moldes, é um processo de aprendizagem, frisou a ministra: «Estamos a construir saber. O estado da arte a nível mundial não permite termos manuais e standards de abordagem a estas matérias – só seis países da UE é que já têm PSOEM, e são países cujo espaço marítimo tem uma dimensão nada comparável ao nosso, e onde é mais fácil estabelecer estas matérias».

«Vale a pena aposta nesta interacção forte» com as várias comunidades, frisou Ana Paula Vitorino

«É natural que ainda haja aspectos a afinar e a melhorar – isso é normal, não constitui um aspecto negativo, se não nem valeria a pena existir consulta pública. Os contributos feitos no âmbito da consulta pública são encarados como mais-valias para um plano que pretende durar, pelo menos, sete anos», acrescentou, lembrando, ainda, que «vale a pena apostar nesta maior proximidade relativamente às comunidades, seja elas piscatórias, científicas ou ONG’s. Vale a pena apostar nesta interacção forte».

 

 

 

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