Rangel enfatiza a «extrema importância» dos portos secos no «fomento das exportações»

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A Rangel Logistics Solutions abordou, através de uma missiva publicada no seu site oficial, a entrada em vigor (desde Julho) da definição do conceito de porto seco e dos moldes que enquadram a sua implementação em território português – para a companhia, a decisão, reivindicada há muito, «poderá revelar-se de extrema importância para a economia nacional e para o fomento das exportações».

Conceito de porto seco terá «impacto bastante positivo no fluxo da cadeia logística»

Podendo ter o condão de «ter um impacto bastante positivo no fluxo da cadeia logística», este desenvolvimento fomentará a criação de portos secos em zonas interiores estratégicas, o que «irá permitir uma extensão da capacidade logística dos portos marítimos nacionais, tornando, assim, os sectores exportador e importador portugueses mais competitivos, principalmente, pela celeridade no desalfandegamento e transferência de mercadorias entre plataformas logísticas, resultando numa redução de preços de armazenamento e movimentação de cargas».

Digitalização ajuda a «garantir uma logística eficiente», aponta a Rangel

Sublinha ainda a Rangel que o processo de digitalização que se prevê submeter às plataformas logísticas, aliado ao uso de ferramentas informáticas para partilha de informação (caso da Janela Única Logística, a expansão da JUP ao hinterland), «permitirá posicionar Portugal como um dos países mais evoluídos neste sector, contribuindo desse modo, para uma logística de exportação e importação mais eficiente e competitiva».

Para a companhia portuguesa, um elevado grau de eficiência e competitividade no âmbito das exportações «é um ponto fulcral», tanto para as empresas exportadoras como para as importadoras: «Garantir uma logística eficiente, significa uma redução nos custos operacionais e de distribuição, possibilitando a entrega do produto ao consumidor final com uma diminuição acentuada de danos ou perdas», enfatizou a Rangel.

Recorde-se que também a APAT deixou rasgados elogios à definição legal do conceito de porto seco – a associação frisou, no passado mês de Fevereiro, que os esforços rumo à implementação definitiva da definição de porto seco visam «descomplicar o desembaraço das mercadorias que circulam entre depósitos temporários em regime simplificado aumentando assim a competitividade dos portos nacionais e do sector exportador nacional, potenciando as vantagens competitivas da economia nacional».

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