Recuo de -2,2%: portos do Continente movimentam 37,6 milhões de toneladas até Maio

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De acordo com os dados compilados pela AMT, referentes aos primeiros cinco meses de 2019, os portos do Continente registaram «um recuo de ‑2,2% face ao período homólogo de 2018». Em Maio deste ano, o movimento acumulado de carga no sistema portuário situou-se nos 37,6 milhões de toneladas, ‑833,7 mil toneladas do que o movimento registado no período homólogo do ano transacto.

Portos recuam -2,2% entre Janeiro e Maio

Este recuo «explica-se essencialmente pela redução do volume de importações de Petróleo Bruto (-1,15 milhões de toneladas) e pelas perturbações laborais no Porto de Sines, contribuindo para uma quebra de -773,9 mil toneladas. Sines, Lisboa, Figueira da Foz e Faro registaram desempenhos negativos, com quebras de, respectivamente, -4%, -4,6%, -15,6% e -4,3%», adiantou a AMT no seu relatório.

Sines perde maioria absoluta

Mesmo debatendo-se com perturbações laborais, frisa a AMT, o porto alentejano «conseguiu registar um aumento de +588,2 mil toneladas no movimento de Produtos Petrolíferos». Ainda assim, o decréscimo fez com que Sines perdesse a «maioria absoluta em termos de tonelagem movimentada, passando a deter uma quota de 49,6%, seguido de Leixões (21,9%), Lisboa (12,4%), Setúbal (7,6%) e Aveiro (5,9%)».

Leixões e Aveiro em destaque

O destaque positivo vai para os portos de Leixões e Aveiro: relata a AMT que ambos os portos – que têm demonstrado uma pujança operacional constante – mantiveram, no período Janeiro-Maio, «os volumes de carga mais elevados de sempre», com acréscimos respectivos de +3,1% e de +1,2%.

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