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Rui Baptista (Autoeuropa): «Exportação que fazemos tem impacto grande no Porto de Setúbal»

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O ‘Mar e a Logística’ estiveram em debate no passado dia 13 de Fevereiro e a Revista Cargo não faltou à discussão. No Instituto Politécnico de Setúbal, integrado nas sessões de antecipação do Congresso ERTICO-ITS 2020, um evento de cariz europeu que pretende abordar a importância dos Sistemas de Transporte Inteligentes (ITS) nas cidades e regiões, o debate contou com as participações de Rui Baptista, Logistics Business Manager da Autoeuropa, Pedro Ponte, Director de Concessões da APSS, e Cláudio Pinto, do departamento de Gestão de Sistemas de Informação da APS.

Autoeuropa trabalha com 5 armadores, focando-se em duas rotas marítimas

O painel, que contou com a moderação de Hélder Alves (director na Indra Sistemas Portugal), contou com a intervenção inaugural de Cláudio Pinto sobre a Janela Única Logística (JUL), à qual se seguiu a visão de Rui Baptista, Logistics Manager Business da Autoeuropa, um dos esteios mais fulcrais exportação portuguesa, e que tem, no Porto de Setúbal, um dos seus parceiros logísticos mais cruciais. «Sem dúvida que a exportação que nós fazemos tem um impacto muito grande, principalmente no Porto de Setúbal, já que 80% dos veículos produzidos saem por via marítima», introduziu.

«Cerca de 185 navios foi aquilo que foi feito no ano passado, com a exportação a ser cem por centro feita através do Porto de Setúbal. Cerca de 20% saem através da rodovia. Utilizamos principalmente duas rotas marítimas, trabalhamos com cinco armadores. Toda esta logística carece de um grande planeamento e recorremos, com certeza, a sistemas informáticos de suporte ao planeamento e à execução das próprias rotas, em termos da nossa exportação mas também da importação de veículos para o nosso país e da conjugação destes dois factores», declarou Rui Baptista.

«A nossa exportação segue via Atlântico» para várias partes do globo, salientou o responsável da Autoeuropa, que enalteceu a importância do software de gestão e planeamento na fluidez produtiva e operacional da fábrica: «Sem recorrer a plataformas informáticas seria impossível fazer toda esta gestão e optimização dos navios. Durante o ano passado conseguimos ultrapassar um quarto de milhão de veículos produzidos, foi o ano em que produzimos mais e este ano esperamos novamente atingir essa fasquia», acrescentou.

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