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SEAL acusa Yilport de «violação flagrante» do acordo de operacionalidade do Porto de Lisboa

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Primeiro Setúbal, agora Lisboa: o SEAL, que já colocou em causa o cumprimento, por parte da Yilport, do acordo firmado para o Porto de Setúbal, vem agora, através de um comunicado, acusar a mesma empresa de incumprir o acordo (de Maio de 2016) no Porto de Lisboa – em questão está o facto de a empresa Porlis contratar novos trabalhadores portuários para os seus quadros, refere o sindicato.

Chegou ao nosso conhecimento de que a empresa Porlis – detida maioritariamente pelo Grupo Yilport – admitiu, ou se prepara para admitir, trabalhadores portuários para os seus quadros. As referidas contratações representam uma clara violação da parte final do ponto 1 da Cláusula 2ª do ‘Acordo para a Operacionalidade do Porto de Lisboa’, assinado em 27 de Maio de 2016 (no Ministério do Mar), entre os parceiros sociais do porto de Lisboa», lembra o sindicato liderado por António Mariano, na missiva hoje divulgada.

SEAL: «Violação flagrante» põe em causa «clima de paz social» no Porto de Lisboa

O sindicato recorda que o acordo define que «os operadores comprometem-se, durante os 2 primeiros anos de vigência do novo CCT, a encontrar uma solução de modo a que os trabalhadores da Porlis sejam integrados na A-ETPL, não podendo a mesma admitir novos trabalhadores durante o período de vigência do CCT», concluindo então o sindicato que tal postura «constitui uma violação flagrante ao Acordo para a Operacionalidade do Porto de Lisboa, a qual coloca em causa, de imediato, o clima de paz social que se vem vivendo no porto de Lisboa, concretamente no que respeita às empresas detidas pelo Grupo Yilport». A acusação é similar para a actuação da operadora no porto sadino.

«Para obviar problemas, convidamos vossas excelências a reverem a vossa posição até à próxima segunda-feira, dia 11 de Novembro de 2019. Caso tal não aconteça, seremos forçados a adoptar medidas de luta que, quase com toda a certeza, passarão por paragens no porto de Lisboa apenas nas empresas do grupo Yilport», declara o SEAL, adiantando também, na missiva, que será realizado, no próximo dia 11 de Novembro, um plenário que terá como pontos de trabalho a «violação do acordo para a Operacionalidade do Porto de Lisboa» e as «medidas a tomar» no que toca a este dossier.

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