Secretário de Estado dos EUA vinca «interesse americano em investir» no Porto de Sines

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A Revista Cargo acompanhou a par e passo, no passado dia 12, a visita do Secretário de Estado dos Estados Unidos da América (EUA) ao Porto de Sines – acompanhado do Ministro das Infra-estruturas, Pedro Nuno Santos, e do Presidente do Conselho de Administração da APS, José Luís Cacho, Dan Bouillette abordou os perigos da dependência energética da Europa face à Gazprom, deixando a confirmação do interesse americano em Sines.

«Investimentos representam a confiança mútua» entre EUA e Portugal

«Existe interesse americano aqui, interesse americano em investir neste porto em particular, mas não apenas aqui: por todo o Portugal e por toda a Europa. Como já afirmámos no passado, pensamos que a independência energética é importante. Somos da opinião de que a segurança energética é uma questão de segurança nacional e não apenas para Portugal, não apenas para os EUA, mas para a totalidade da Europa. Isto é parte da nossa missão aqui, parte da minha missão aqui, durante esta visita a Portugal», declarou Dan Bouillette, tendo como pano de fundo o terminal da REN.

«Estes investimentos representam a confiança mútua que temos, Portugal e os EUA. É uma honra estar aqui, tivemos excelentes reuniões com o Primeiro-Ministro, com o Ministro das Infra-estruturas, estamos ansiosos por continuar estas conversações. Ao partir, parto optimista, à luz da relação dos EUA com Portugal e respectivas indústrias. Discutimos o interesse dos EUA neste concurso em particular, neste fantástico porto, assim como a importância da independência energética, de Portugal e da Europa. Existem tremendas oportunidades económicas em Portugal», assegurou.

Secretário de Estado alertou para os perigos da «excessiva dependência» energética

Durante a sua intervenção final aos jornalistas, o Secretário de Estado americano voltou a articular os perigos de uma extrema dependência europeia no gás russo: «Voltaremos a enfatizar o argumento de que uma excessiva dependência de um fornecedor de energia apenas – no caso da Europa, esse fornecedor é a russa Gazprom – pode ser uma situação perigosa. Portanto, continuaremos a instar os europeus – e os alemães em particular – a aumentarem a sua diversidade de fornecedores energéticos. Daí entendermos que os pipelines poderão ser muito importantes. Continuaremos estas conversações», rematou o Secretário de Estado da Energia do governo de Donald Trump.

 

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