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SIMAB expande competências e desenvolve conceito de mercado no Quénia e China

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O Grupo SIMAB, que gere os mercados abastecedores nacionais, tem vindo a expandir a sua área de actuação nos últimos anos, reforçando a aposta na consultoria internacional – prova disso é que está no terreno a desenvolver o conceito de um mercado em Nairóbi, no Quénia. Os novos projectos implicam também uma incursão pela China, mais especificamente em Cixi e Dalian, cidades que também contarão com o auxílio da SIMAB.

O contrato, no valor de 200 mil euros, estipula que a SIMAB faça os estudos prévios, o enquadramento territorial e o desenho do mercado. Numa segunda fase, a empresa poderá ser chamada a colocar em prática o projecto de execução. «Vai depender da primeira etapa, mas já estamos posicionados», revelou, em recente entrevista concedida ao ‘Jornal de Negócios,’ João Tiago Carapau, responsável pelo Desenvolvimento de Negócio e Projectos de Mercados Grossistas e Retalhistas da SIMAB. No entanto, a pandemia foi um obstáculo ao normal curso das negociações.

João Tiago Carapau admite que a pandemia colocou um «travão» às ambições internacionais da SIMAB, uma vez que «estes são negócios que se fazem no terreno, e sem viagens há menos oportunidades». Até ao arranque de 2020, adiantou, os mercados geridos pela SIMAB, nomeadamente o MARL, receberam comitivas da Alemanha, Uruguai e Marrocos, que vieram estudar a replicação do modelo; mas a pandemia forçou a empresa a rever o encaixe previsto com estas operações. No entanto, mais dois projectos internacionais estão em espera.

O primeiro será em Cixi e está já numa fase mais adiantada. A SIMAB será responsável pela concepção de um complexo comercial de 400 mil metros quadrados e pela sua execução. «O que ficou definido é que, futuramente, poderemos participar também na gestão», adiantou João Tiago Carapau ao jornal económico. O segundo projecto fica na cidade chinesa de Dalian e deverá arrancar no próximo ano. «Estamos a fazer um esforço para retomar as negociações, apesar das incertezas, sobretudo na China», explicou o responsável.

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