SIMM saúda novo CCT e vinca esforços conjuntos rumo à «paz social» e «harmonia» no sector

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O dia 29 de Outubro foi um dia em cheio para o sector do transporte rodoviário (pesados) de mercadorias: a sede da ANTRAM foi palco da assinatura, por parte de cinco entidades (FECTRANS, SIMM, SNM, SNMMP e ANTP), do novo contrato colectivo de trabalho (CCT). Um dia que simbolizou a pacificação de um sector que viveu um ano de 2019 turbulento e instável, com greves (em Abril e Agosto) e vários processo de negociação falhados. Aos microfones da Revista Cargo, Pedro Leal, representante do SIMM, analisou a assinatura do novo CCT.

«Estou aqui em representação da direcção do SIMM, do seu presidente Jorge Cordeiro e do seu porta-voz Anacleto Rodrigues. Tiramos dois pontos muito positivos desta situação: primeiro, o facto de que o SIMM estará presente, a partir de agora, em todas as reuniões sobre o Contrato Colectivo, inclusivamente sobre revisões que possam vir a ser feitas, na medida das boas condições laborais para os trabalhadores. O segundo ponto é que o SIMM segue o caminho da boa fase negocial, da boa-fé e do bom entendimento com a ANTRAM», comentou.

Pedro Leal (SIMM): «ANTRAM demonstrou abertura muito grande»

«A ANTRAM demonstrou uma abertura muito grande no carácter negocial, temos um 2020 pela frente para implementar o Contrato Colectivo de Trabalho, iremos ver o impacto que ele terá e automaticamente seguiremos o nosso caminho – é esse ponto que nos leva a assinar este acordo, pois agora há paz social, há regulamentação, há um ponto de partida para esse regulamentação, que é isso que agora assinamos. A perfeição vai-se conseguindo pelo caminho e não no imediato», prosseguiu, após a assinatura do contrato.

O novo CCT colocará fim à instabilidade no sector? «Esse é o nosso grande objectivo – que haja estabilidade, bom senso, harmonia entre trabalhadores e patrões, que haja reconhecimento daquilo que o motorista faz, que é um dos grandes objectivos também. É nesse sentido que quisemos levar esta negociação. Assinámos, estamos presentes nas reuniões, temos todos muita experiência para transmitir, pois somos todos motoristas (nesta direcção de onze membros, todos são motoristas) nenhum de nós faz do sindicato vida», respondeu Pedro Leal.

«Ponto de viragem» importante para o sector

Para o representante do sindicato, o dia 29 de Outubro simbolizou uma marcante viragem no sector, rumo a um futuro mais justo no sector. «Tinha de haver um ponto de viragem: poderia ter sido há dois anos ou há um ano atrás. Virou-se a página, o que lá vai lá vai, interessa agora o presente e o futuro. É tendo isso em conta que o SIMM vai trabalhar, em prol dos seus associados, e no sentido de valorizar a penosidade que é ser motorista, que está agora a ser revista. A ANTRAM mostra muita abertura e bom-senso», rematou.

 

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