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Sines consolida liderança nacional com quota de 49,8%; nos contentores sobe para os 56,4%

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Os dados referentes à movimentação de mercadorias nos portos do Continente no período de Janeiro a Julho foram hoje tornados públicos pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT). No cômputo geral, somadas todas as tipologias de carga, o Porto de Sines mantém a sua liderança inequívoca, detendo uma quota de 49,8% do total do movimento. Nos contentores, essa quota sobe para os 56,4%.

Porto de Sines reforça quota nacional

Como referiu a AMT no seu relatório, ao qual tivemos acesso, «o Porto de Sines passa a deter uma quota de 49,8% do total do movimento de carga movimentada, que se traduz num acréscimo de +1,1 pontos percentuais à do período homólogo de 2019, embora esteja ainda a -4 pontos percentuais do seu máximo registado em 2016». Neste ranking, o Porto de Leixões permanece no segundo lugar, com uma quota de 22%, seguido por Lisboa (10,9%), Setúbal (8,1%), Aveiro (6%) e Figueira da Foz (2,5%), sendo que Viana do Castelo, Faro e Portimão representam no seu conjunto 0,7%.

Se olharmos especificamente para o mercado de mercado de Contentores, o Porto de Sines mantém a liderança com uma «quota maioritária absoluta de 56,4%», denota a AMT, seguindo-se os portos de Leixões, com 26,5%, Lisboa, com 10,4%, Setúbal, com 6,1%, e Figueira da Foz, com 0,6%. Recorde-se que os portos do Continente movimentaram, nos primeiros sete meses de 2020, um total de 1,55 milhões de TEU, um valor -6,4% abaixo daquele verificado no mesmo período de 2019 (-106,7 mil TEU que no período Janeiro-Julho do ano transacto). A maioria dos portos registou variações negativas, com excepção para o Setúbal que fechou o mês de Julho com um total acumulado superior a +12,5%.

Se tivermos em conta a soma de todas as tipologias de carga, os portos do continente movimentaram um total de 46,3 milhões de toneladas, um recuo de -11,4% face a igual período de 2019, o correspondente a -5,95 milhões toneladas. O carvão e os produtos petrolíferos estão entre as cargas que mais desceram, assim explicando, em grande parte, a variação homóloga negativa entre os portos do Continente.

Saiba mais sobre a movimentação de cargas nos portos do Continente:

Portos do Continente recuam -11,4% entre Janeiro e Julho; Carvão entre os principais responsáveis

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