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Sines: Tráfego com o ‘hinterland’ cresceu +11,2% e atingiu «valor mais elevado de sempre»

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O segmento de Contentores está em destaque no panorama nacional dos portos, uma vez que, na análise do período Janeiro-Novembro de 2020, denotou uma consistente recuperação de volumes movimentados, atingindo a variação homóloga positiva (+1,2%) e comprovando ser uma das vertentes mais resilientes no ecossistema marítimo-portuário luso. O Porto de Sines foi fulcral nesta recuperação.

Contentores voltaram ao verde

No relatório que incide sobre o período Janeiro-Novembro de 2020, a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) realça o «facto de o mês de Novembro de 2020 registar o quinto acréscimo mensal homólogo consecutivo, que se cifrou em +14,1%, o que conduz a que, em valores acumulados desde Janeiro, o volume movimentado atinja quase 2,57 milhões de TEU, ultrapassando o volume acumulado no período homólogo de 2019 em +1,2%, situação que se verifica pela primeira vez no corrente ano». Sines liderou este feito, crescendo +11,7% face ao mesmo período de 2019.

Tráfego com o hinterland regista novo máximo em Sines

Refere ainda a AMT que «carga contentorizada movimentada em Sines representa uma quota de 62,6% do total, sustentada por uma forte componente de tráfego de transhipment. A tonelagem movimentada em Leixões representa 22,1% e ocupa a segunda posição, à frente de Lisboa e de Setúbal, que representam respectivamente 9,2% e 5,6%», diz o relatório. Aprofundando a análise do tráfego de transhipment no porto alentejano, denota-se que este representa 68,3% do total e regista uma variação de +11,9%, sendo que o tráfego com o hinterland cresce +11,2% e atinge o valor mais elevado de sempre, traduzido por 467 741 TEU, reflectindo uma taxa média anual de crescimento nos últimos cinco anos de +14,6%.

De salientar ainda que este bom trajecto dos contentores no sistema portuário continental teve também como pilares os portos de Setúbal e Leixões, que, em sucessivos recordes homólogos, foram dando consistência ao processo de recuperação que culminou, em Novembro, com uma variação positiva de +1,2% face a Janeiro-Novembro de 2019.

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