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Sines vai assumir-se como «catalisador da cooperação na rede portuária nacional»

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O Porto de Sines apresentou ontem o seu Plano Estratégico para os próximos dez anos – a sessão, decorrida no edifício da APS, contou com a presença do Ministro das Infra-estruturas, Pedro Nuno Santos. José Luís Cacho, presidente do Conselho de Administração, abriu a sessão, que teve também a contribuição de Cláudio Pinto, líder do departamento de Gestão de Sistemas de Informação da APS. O responsável apresentou os «programas de acção» que têm como intuito materializar, no terreno, as novas orientações de desenvolvimento do porto alentejano.

Porto de Sines prepara-se para «mudança estrutural da atitude e do posicionamento»

 

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Segundo Cláudio Pinto, os programas de acção visam «assumir Sines como catalisador da cooperação que achamos necessária existir na rede portuária nacional e logística» e por outro lado «desenvolver a sua actividade de forma sustentável, do ponto de vista ambiental e da eficiência». A meta é a de «capacitar o porto para uma mudança estrutural da atitude e do posicionamento, no sentido cooperativo, abrindo-se à comunidade, de ter maior envolvimento e de promover o crescimento da região», sustentando essa evolução numa «forte aposta na digitalização» e num «reforço do capital humano». Um porto capaz de «construir soluções inteligentes e resilientes», resumiu o responsável.

Para tal, Sines deve «perceber quais os parceiros, como é constituído o hinterland, como se articulam» todas as variáveis logísticas. «Queremos capitalizar o potencial que existe, quer no porto, quer na ZAL, criando condições de atractividade para diversificar as cargas movimentadas em Sines», explicou Cláudio Pinto, abrindo a porta a uma «reestruturação interna» que pautará o futuro da APS e do porto: «uma atitude mais cooperante, numa vertente comercial na participação no hinterland», acompanhada de «maior poder de decisão» por parte da autoridade portuária face «aos problemas que impactam o crescimento do porto». Na vertente digital, Sines seguirá a linha de evolução que tão bons resultados vem dando.

Digitalização: aposta na continuidade do bom trabalho já feito

«Vamos adoptar uma linha de continuidade, capitalizando as boas iniciativas que a APS tem tido, de que são exemplos a Janela Única Portuária (JUP) e a Janela Única Logística (JUL). Queremos fazê-lo com uma clara aposta na Inovação e na abertura aos nossos stakeholders. É este o ecossistema que queremos criar, no sentido de criar soluções inovadoras que potenciem o Porto de Sines», declarou, abordando a digitalização. «Em Outubro teremos um marco importante: a entrada em funcionamento da JUL no Porto de Sines. Isso vai dar-nos uma base e sustentação tecnológica para que possamos escolher os aceleradores de inovação», rematou Cláudio Pinto. A sessão foi encerrada pelo discurso de Pedro Nuno Santos.

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