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SOS SADO intentou providência cautelar para suspender dragagens no Porto de Setúbal

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O projecto de melhoria das acessibilidades marítimas do Porto de Setúbal, tido como fundamental para o aumento da segurança da infra-estrutura sadina, continua a gerar vários anti-corpos entre associações ambientais e outros movimentos cívicos: desta feita, foi a vez da SOS SADO intentar «uma providência cautelar para suspender o projecto de intervenção no porto de Setúbal», anunciou o movimento no passado dia 18.

Repercussões das dragagens «não foram identificadas em sede de Estudo de Impacte Ambiental», acusa a SOS SADO

A notícia, adiantada pelo ‘Diário de Notícias’, dá conta da visão da SOS SADO: «a empreitada, promovida pela administração do porto de Setúbal e apoiada pelo Governo, irá causar danos irreversíveis no ecossistema setubalense», declarou o movimento, alegando que as repercussões das dragagens «não foram devidamente identificadas e aprofundadas em sede de Estudo de Impacte Ambiental».

A providência cautelar reclama a «suspensão imediata» das dragagens no Porto de Setúbal e é já a segunda a dar entrada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada: recorde-se que, como a Revista Cargo oportunamente noticiou, tal providência, colocada no passado dia 14 de Setembro pelo Clube da Arrábida, viu ser indeferido o pedido para suspensão cautelar das obras de alargamento e aprofundamento do canal de navegação do estuário do Sado, ainda que uma decisão final ainda não tenha sido tomada sobre o processo.

Como está, canal é motivo de preocupação, em termos de segurança e de competitividade, lembrou Lídia Sequeira

A Revista Cargo deu eco, no decorrer da semana passada, de uma intervenção de Lídia Sequeira (presidente do Conselho de Administração da APSS) no Fórum TSF, que teve o intuito de esclarecer dúvidas e rebater os argumentos ambientais que reprovam as dragagens no Sado para alargar o canal de navegação e aumentar de forma assinalável a segurança do tráfego marítimo.

Lídia Sequeira lembrou que o canal tem «sérios problemas de segurança» e que o processo de dragagens visa resolver esse problema. «Ter um canal onde não é possível haver dois navios que cruzam é não só uma falta enorme de segurança como também vai prejudicar o porto do ponto de vista competitivo», argumentou.

Com Lusa e DN

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