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Tiago Martins (Transitex): Moçambique «continua a ser dos melhores destinos de investimento»

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O ano virou e a Transitex veio, pela voz de Tiago Martins, abordar o desenvolvimento da aposta da empresa em terras moçambicanas. O negócio em Moçambique vai de vento em popa apesar das dificuldades e da imprevisibilidade semeada pela pandemia de COVID-19. Depois de um 2020 positivo, a Transitex quer, em 2021, « fortalecer ainda mais» a sua posição neste mercado, garantiu o líder da empresa em Moçambique.

«Em 2020 atingimos pela primeira vez na nossa história em Moçambique um volume de negócio acima de 1 bilião de meticais, fruto da nossa aposta, primeiro na consolidação dos negócios históricos da Transitex e numa segunda fase em novos clientes e segmentos, onde conseguimos superar as expectativas com a qualidade dos serviços que prestamos. Em 2021, queremos fortalecer ainda mais a nossa posição nos mercados em que actuamos e posicionarmo-nos como âncora para a logística do sector do petróleo e gás no norte de Moçambique», resumiu Tiago Martins.

Transitex MoçambiqueCitado por uma missiva da empresa, o responsável explicou que um dos maiores reptos foi o de «montar uma equipa com a competência técnica e capacidade de inovação suficientes para oferecer um serviço de excelência ao cliente». A empresa pretende «servir vários mercados e continentes distintos» mantendo o seu «ADN», independentemente da tipologia do mercado ou do país. «Mudamos o idioma, mas falamos todos a mesma língua», assegurou Tiago Martins. A aposta em Moçambique, frisou, deve continuar a ser «preferencial» para as empresas lusas.

«Há muito a acontecer em Moçambique, com adiamentos, primeiro pelo escândalo das dívidas ocultas em 2016, depois pela Covid-19 e por último pelas insurgências no norte de Moçambique. Contudo, este continua a ser um dos melhores destinos de investimento e deveria ser preferencial para as empresas portuguesas, pela facilidade da língua, cultura e o histórico de relações já existente. Estamos todos expectantes em relação ao negócio do petróleo e do gás natural. Portugal já tem alguma experiência em indústrias similares, o que sem dúvida representa uma mais-valia», rematou.

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