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Tráfego de encomendas em Portugal subiu +25,8% em 2020, para 75 milhões de unidades

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O acordo com o relatório de Serviços Transfronteiriços de Entrega de Encomendas de 2020, publicado pela ANACOM, reportou que foram processadas, durante o ano passado, 74,7 milhões de encomendas em Portugal, uma subida de +25,8% face ao ano anterior. O crescimento mais notável ocorreu no segmento das encomendas internacionais de entrada, cujo tráfego disparou +38,8%.

Pandemia catapultou tráfego de encomendas, analisou a ANACOM

As encomendas nacionais subiram +23,7%) e as encomendas internacionais de saída cresceram +14,7%). O volume de negócios das empresas ligado ao processamento de encomendas subiu +25,6%. De acordo com a ANACOM, a subida «está associada aos efeitos da pandemia», uma vez que neste contexto, o e-commerce «sofreu o maior aumento dos últimos anos, reflexo do confinamento e do encerramento de estabelecimentos comerciais».

O regulador destacou que, em 2020, «cerca de 45% dos indivíduos referiu ter utilizado o comércio electrónico nos últimos 12 meses, mais 5,8 pontos percentuais que em 2019». Do total de encomendas processadas, 66,8% (fatia equivalente a perto de 50 milhões), foram nacionais, enquanto 22,9% tiveram origem noutros países. Já 10,3% foram originadas em Portugal e enviadas para o exterior. No total, as encomendas internacionais representaram 33,2% do tráfego. No que toca às receitas, 50,5% foram geradas pelas encomendas nacionais, 17,6% pelas internacionais recebidas e 31,9% pelas internacionais de saída. As encomendas internacionais representaram perto de metade do volume de negócios. Os serviços de encomendas geraram receitas totais de 385,8 milhões de euros para as empresas que prestam o serviço, mais 25,6% face a 2019.

O relatório, que abrangeu 10 empresas que prestaram serviços em Portugal, com pelo menos 50 pessoas ao serviço, reporta ainda que Cada encomenda gerou uma receita média de 5,17 euros, o que significa uma quebra de 0,2% face ao ano anterior. As encomendas nacionais geraram uma receita média unitária de 3,91 euros, enquanto as internacionais recebidas renderam 3,98 euros. As encomendas internacionais de saída geraram 15,96 euros, em média. Já no que diz respeito à força de trabalho, contabilizaram-se 14 810 trabalhadores associados à prestação de serviços de entregas de encomendas, mais 3% do que em 2019. Destes, 78,5% são empregados do Grupo CTT.

Fonte: Anacom e Jornal de Negócios

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