Bobadela

Vila Franca de Xira «rejeita frontalmente instalação de contentores no seu território»

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Prossegue a incerteza quanto ao processo de deslocalização do complexo logístico da Bobadela – actividade ligada ao Porto de Lisboa – que continua a aguardar uma decisão do Governo, na sequência da realização das Jornadas Mundiais da Juventude (2023). A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira já deixou uma certeza: no que toca à nova localização do complexo, o município não será opção.

Recorde-se que, tal como a Revista Cargo havia já noticiado, a Câmara Municipal de Loures encomendou um estudo ao Instituto Superior Técnico (IST), de Lisboa: o trabalho sugeriu a mudança do terminal de contentores da Bobadela para a Plataforma Logística de Lisboa-Norte (Castanheira do Ribatejo); no entanto, em reacção crítica, a Câmara de Vila Franca de Xira rejeitou por completo tal cenário.

Rhenus ContentoresA realização das Jornadas Mundiais da Juventude forçará a deslocalização, no imediato, de cerca de dois terços da actividade logística e de parqueamento de contentores para outras áreas. Assim, torna-se urgente encontrar alternativas viáveis para a nova acomodação dos contentores, actualmente distribuídos por três parques distintos, que se estendem entre a linha férrea e o troço do IC2 que liga ao Parque das Nações.

Como relata uma recente reportagem do jornal ‘Público‘, Vila Franca de Xira não quer receber estes milhares de contentores e muito menos nas duas plataformas logísticas que estão em fase de desenvolvimento na Castanheira. «A câmara rejeita frontalmente a possibilidade de instalação de contentores no seu território, já altamente condicionado por factores como as servidões, a morfologia do terreno e outras condicionantes», vincou Alberto Mesquita, autarca socialista que preside à câmara vilafranquense, em declarações prestadas ao ‘Público’.

A rejeição, salientou Alberto Mesquita, «foi atempadamente transmitida à Câmara Municipal de Loures». Alberto Mesquita explicou ao ‘público que o estudo do IST «peca por ser inexacto», ao desconsiderar as condicionantes que impendem sobre a área considerada». Segundo o autarca, os terrenos apontados no estudo (para a relocalização dos contentores) não pertencem nem à Plataforma Logística de Lisboa-Norte nem à sua zona de expansão.

Fonte: Público

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