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Vírus Petya afecta operações da Maersk Line e da APM Terminals à escala global

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Como a Revista Cargo noticiou, o final do dia de ontem ficou marcado pelo ciberataque, conhecido como Petya, que chegou também à indústria marítimo-portuária, afectando fortemente a actividade do Grupo A.P. Moller-Maersk.

O Grupo confirmou que tanto a Maersk Line como a APM Terminals foram afectadas pelo Petya à escala global, com impacto na operação de transporte marítimo contentorizado e na operação dos terminais portuários da APM.

Assim, tanto o website da Maersk Line como o da APM Terminals estão em baixo, com uma simples mensagem de pedido de desculpas e alguns esclarecimentos sobre questões que preocupam a indústria e os clientes nestas horas: «todas as operações de navios serão feitas como planeado, escalando a maioria dos portos previstos»; «o acesso à maior parte dos portos não sofre impactos, porém alguns terminais da APM Terminals foram afectados e algumas entradas estão fechadas»; «a carga em trânsito será descarregada como planeada».

Serviço de booking indisponível

Uma outra informação concedida pela Maersk Line é a impossibilidade de realização de reservas (booking). Também o serviço de tracking dos contentores está indisponível. E o conjunto de sistemas informáticos em baixo está a afectar milhões de clientes a uma escala verdadeiramente global.

Quanto tempo demorará a ser resolvido o problema?

Uma das grandes questões que se coloca neste momento é relativa ao tempo que precisará a Maersk para repor a normalidade de todos os seus serviços informáticos.

O Grupo está a correr contra o tempo porque a impossibilidade de reservas poderá levar os seus clientes para a concorrência.

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