Porto de Aveiro ZALI

ZALI é «plataforma logística portuária ímpar em Portugal», enalteceu Fátima Alves

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O Porto de Aveiro assinalou, no dia 3 de Abril, 213 anos de existência. Fátima Alves, presidente da Administração do Porto de Aveiro, partilhou, por ocasião do aniversário, uma comunicação na qual elencou e analisou os «projectos mais emblemáticos» que definirão o futuro do porto aveirense no trilho de um «futuro mais robusto e sustentável em termos económicos, ambientais, organizacionais e sociais». Entre eles está a ZALI. Z

Fátima Alves AveiroNa linha da frente dos novos investimentos do porto aveirense está, frisou Fátima Alves, a futura Zona de Actividades Logísticas e Industriais (ZALI), encarada como «a maior aposta para a expansão e desenvolvimento do porto». Trata-se de um espaço com 14 parcelas disponíveis para comercialização numa área de 45 hectares, dispondo de 800 metros de frente de cais. Será, vincou Fátima Alves, uma «plataforma logística portuária ímpar em Portugal», capaz de oferecer «competitivas» conexões marítimas e rodo-ferroviárias aos mercados internacionais.

Estas valências fazem da ZALI um forte instrumento de captação de investimento privado, apta a consolidar e fortalecer as exportações e criar postos de trabalho, explicou a líder do Conselho de Administração. Mas as potencialidades da infra-estrutura não se resume ao seu cariz logístico; estendem-se também ao seu carácter ecológico, sendo caracterizada por Fátima Alves como «a primeira zona industrial e logística de carbono zero». A ZALI, detalhou, a responsável, integra o primeiro eixo de desenvolvimento estratégico «em que se alicerçam os investimentos mais significativos para a próxima década», a par com a melhoria das condições de navegabilidade e como reforço da conectividade marítimo-ferroviária.

Em reportagem, o jornal ‘Diário de Aveiro‘ noticiou que Fátima Alves vincou ainda o decurso da elaboração de um estudo de melhoria das condições de navegabilidade da barra para responder ao aumento da procura de navios de maior dimensão e maior boca. O segundo eixo prende-se com a transição energética e a aposta total nos benefícios da digitalização. Uma das grandes metas passa pela «transformação verde de toda a cadeia de transporte marítimo» assente em acções concretas como a produção e fornecimento de energias renováveis, a disponibilização de bóio-combustíveis avançados e a adopção de medidas para a eficiência energética em edifícios e actividades», rematou Fátima Alves.

Fonte: Diário de Aveiro

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